Ela estava certa do que iria fazer. Depois de tanto chorar noites e noites sozinha, revirando-se na cama, pensando em que ela poderia ter evitado e o que deixou de fazer, ela finalmente tomou coragem. Subiu em cima da cadeira, respirou fundo e por um momento, se lembrou de todas as vezes em que a deixaram para baixo, que a humilharam e a rejeitaram. De seus olhos, caiu uma lagrima. Ela amarrou a corda em seu pescoço e ficou tomando coragem, até que seu pé perdeu o equilibro e a cadeira caiu. Tentou desamarrar a corda mas estava muito forte. Gritou por socorro mas ninguém escutava. Não tinha como voltar atrás. Então o ar foi sumindo dos seus pulmões e devagar, ela foi parando de resistir contra o fato inevitável que estava prestes a acontecer. Mas de qualquer forma ela não estava com medo e muito menos assustada, já havia se acostumado, porque todo dia era assim que ela se sentia, sufocada."
tetes
Testando
"Ela é uma moça de poses delicadas,
sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de
esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de
intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma
inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa
e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo.
Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar
outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido
de mulher moderna."
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